Descubra o que é DIY, as ferramentas que não podem faltar na sua casa e dicas para começar agora mesmo.

Você já deve ter ouvido falar de Do It Yourself ou visto a sigla DIY por aí, certo? A técnica, que está se tornando cada vez mais popular ao redor do mundo, tem um outro nome bem mais simples e autoexplicativo em bom português: “faça você mesmo”. Ela consiste em colocar a mão na massa para criar projetos de maneira autoral e sem a ajuda de profissionais, com destaque para a área de decoração e montagem de móveis. (Que tal aprender a fazer uma poltrona suspensa, por exemplo?)

O jeito “faça você mesmo” de trabalhar traz diversos benefícios ao seu dia a dia, como: exercitar a criatividade, aprender novas habilidades e, claro, a possibilidade de criar móveis exclusivos e estilizados inteiramente por você. Além disso, ainda é possível garantir uma boa economia com o uso de materiais que já se tem em casa. 

Para cada projeto de DIY, as ferramentas necessárias variam, mas algumas delas são utilizadas em quase todos eles e são itens indispensáveis para a sua oficina caseira.

Veja as 8 ferramentas e produtos que não podem faltar na sua casa. Vamos começar com itens básicos, mas que fazem toda a diferença em projetos Do It Yourself — DIY.

1. Trena, fita métrica ou esquadro

Imagine que você está montando uma estante e, após fazer todos os furos e instalar os suportes, descobre que eles foram aplicados em ângulos tortos ou distâncias bem diferentes do planejado. Aí está a importância de ter ao menos um desses itens: trena, fita métrica ou régua. Com eles, você pode – e deve – cuidadosamente sinalizar onde serão feitos os furos e cortes .

Outra ferramenta que facilita o trabalho Do It Yourself – DIY é o esquadro. O item é encontrado em dois tipos mais comuns:

  • Carpinteiro: geralmente é feito de metal e possui dois vértices, é um dos modelos mais procurados por sua versatilidade;
  • Universal: possui várias opções de medição, sendo possível utilizar a parte interna e externa do triângulo. 

 2. Lixas

Utilizadas para fazer o acabamento dos materiais, com destaque para as madeiras. O motivo é simples: tornar as peças finais mais bonitas, confortáveis – retirando as farpas de cadeiras e mesas, por exemplo – e, além disso, dão o toque final para o seu incrível projeto de trabalho manual.

Comece com uma lixa mais grossa e depois alterne para lixas mais finas. E lembre-se: Sempre lixe no sentido do veio da madeira, para não riscá-la.

 3. Furadeira e brocas

Como você bem deve saber, as furadeiras são usadas para perfurar as superfícies que serão utilizadas. Nelas, devem ser colocadas brocas desenvolvidas especificamente para cada tipo de material: paredes de concreto e tábuas de madeira, entre outros. Ao utilizar a broca incorreta, você pode danificar a furadeira, a peça ou a própria broca.

Outra dica importantíssima para quem deseja economizar tempo nas obras Do It Yourself – DIY: use uma parafusadeira. Semelhante à furadeira, possui menor potência e substitui as chaves manuais para fixar parafusos com uma velocidade muito maior e menor esforço.  A ferramenta é simples e pode ser manuseada por qualquer pessoa, sem a necessidade de um profissional especializado. Para utilização da parafusadeira, é importante ter as ponteiras com fenda simples e com fenda phillips.

4. Chaves de fenda e Chaves Phillips

Ter um kit de chaves é fundamental para uma oficina doméstica, mas as duas citadas são imprescindíveis para qualquer caixa de ferramentas. A maioria dos projetos DIY é feito com parafusos de fenda simples e de fenda phillips, para isso, você deve utilizar as chaves de fenda e Phillips, consequentemente.

Também há outras ferramentas comumente utilizadas: chave de boca (parafusos sextavados), alicates e chaves Allen (parafusos sextavados internos). Para utilização com a parafusadeira, é importante ter as ponteiras com fenda simples e com fenda phillips.

 5. Parafusos Fixer

Existem diversos tipos de parafusos específicos para uso em madeiras, com diferentes cabeças, fendas e comprimentos (parafuso madeira, parafuso Cama), mas o mais comum para projetos DIY é o chamado ”parafuso Fixer” (Chipboard). Sua ponta é aguda e perfura o material com mais facilidade, e sua rosca autocortante tipo chipboard dispensa pré-furos quando aplicado em madeiras mais leves de baixa densidade. É encontrado no mercado com facilidade nas variações de cabeça panela, flangeada e chata, para cada necessidade do seu trabalho manual.

Conheça também os principais tipos de parafusos

Parafuso Fixer, da Ciser, que fura e forma a rosca em uma única operação.

6. Buchas   

Indispensáveis para a aplicação de parafusos em superfícies maciças ou ocas, como na instalação de quadros, as buchas permitem a fixação da peça em paredes de alvenaria ou gesso acartonado. Além disso, são encontradas em diversos modelos e tipos de material. Entre elas:

  • Bucha de expansão (S): é o modelo mais tradicional e facilmente encontrado. possui “ganchos” que se encaixam a paredes de alvenaria, tijolos, concreto ou placas de gesso e garantem sua fixação;
  • Bucha Extreme: o design inovador permite a expansão de suas quatro vias de expansão tanto em substratos ocos quanto maciços – produto ainda vem com alhetas dinâmicas, que garantem perfeita expansão conforme substrato
  • Bucha FU: possui uma ampla aplicação, e sua forma de atuação varia de acordo com o material de construção. Em tijolos ou paredes ocas, a bucha retrai com o roscado do parafuso e garante fixação máxima; já em paredes maciças, a bucha se expande ao colocar ao parafuso;

 7. Porcas e arruelas

Dois itens fundamentais para unir peças, junto aos parafusos, hastes e demais fixadores. As porcas travam os parafusos, enquanto as arruelas distribuem as forças de aperto para mantê-los fixos.

Para uso em projetos Do It Yourself – DIY, ferramentas que facilitam o trabalho são as mais indicadas. Por isso, o destaque vai para a porca-borboleta, também conhecida como  porca de orelhas, que possui saliências que facilitam os apertos manuais.

Veja mais: “Porcas e arruelas: quais os principais tipos de aplicação?

 8. Martelo

Normalmente encontrado com cabeça de metal, o martelo tem diversos tipos e finalidades. Veja os principais:

  • Martelo de orelha: é o mais comum, usado para fixar pregos às peças e retirá-los com a parte traseira da cabeça, que inspirou o nome devido a seu formato característico;
  • Martelo de pedreiro: também pode ser chamado de picareta ou marreta e, devido a sua pesada cabeça de aço, é indicado para trabalhos como quebrar uma parede;
  • Martelo de borracha: mais incomum, este modelo possui martelo com cabeça de borracha com duas extremidades abauladas, e é utilizado para montar materiais sem danificá-los, como móveis de madeira ou pisos de azulejo.

Com estes produtos e ferramentas, você pode desenvolver vários projetos Do It Yourself – DIY e transformar o seu lar. E o melhor: todas são simples, de fácil acesso. 

Quer uma dica de por onde começar? Faça sua própria mesa suspensa! Nós temos uma categoria no nosso blog com diversos tutoriais e dicas para você adotar essa ideia “faça-você-mesmo”.

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